Imagine que você esteja viajando a constantes 80 km/h (50 mph). A sua velocidade e a velocidade do carro são basicamente iguais, tanto que você tem a sensação de que ambos estão se movendo como uma única unidade.
Se o carro colidisse com um poste telefônico ficaria evidente que a sua inércia e a do carro são absolutamente independentes. A força do poste levaria o carro a parar bruscamente, mas a sua velocidade continuaria a mesma. Seu rosto poderia atingir o pára-brisa, o volante ou o assento à sua frente. Suas costelas poderiam atingir o painel. Você poderia até mesmo ser jogado para fora do veículo. Seus órgãos internos também continuariam em movimento. Seu cérebro seria comprimido contra a parte frontal do seu crânio e seu coração, pulmões e rins poderiam despedaçar-se entre si ou contra os seus ossos. Isso soa horrível e é por isso que usamos cintos de segurança. Eles são projetados para prendê-lo ao carro e espalhar a força destrutiva do impacto sobre as partes mais flexíveis de seu corpo, aumentando em até 50% suas chances de evitar a morte ou um ferimento grave em uma batida.
No entanto, os cintos de segurança são projetados para adultos. Eles passam pelo seu peito e seguem sobre o ombro, aplicando a maior parte da força de parada a suas costelas e pélvis. Para que um cinto de segurança faça isso de maneira eficaz, ele deve servir corretamente; e para uma criança pequena, o cinto não tem o tamanho correto. Em vez disso, um assento de carro projetado especificamente para crianças deve ser usado.
![]() Foto: cortesia de Amazon.com O lugar mais seguro para sua criança é em um assento infantil para carro devidamente adaptado. O assento mostrado aqui é um Evenflo Triumph com sistema de engate LATCH, caracterizando um cinto de 5 pontas. |
Há três tipos básicos de assentos infantis para carro, cada um projetado para crianças de diferentes idades (e tamanhos):
Primeiramente, vamos observar mais a fundo os assentos voltados para trás e os assentos conversíveis.