O mercado brasileiro de automóveis pode ser dividido em duas fases distintas. A primeira, com início na década de 1950, é caracterizada pelo incentivo a entrada de montadoras de automóveis no País, através de medidas econômicas e de infra-estrutura promovidas pelo governo. A segunda fase se deu em meados da década de 90 e foi marcada por um boom no setor, ocasionado sobretudo pela abertura do mercado nacional para empresas estrangeiras. E foi justamente nesta fase que novas montadoras aportaram por aqui, ampliando substancialmente a oferta e a variedade de carros disponíveis para compra.
Atualmente, o setor é composto por nove delas, todas subsidiárias de multinacionais. Deste total, quatro estão instaladas em território nacional há várias décadas: Ford, Fiat, Volkswagen e General Motors (GM). São as chamadas montadoras veteranas. Após a abertura de mercado da década de 90, mais cinco montadoras iniciaram operações em território brasileiro. São elas Renault, PSA Peugeot Citröen, Toyota, Honda e Daimler Chrysler. Os componentes deste grupo são chamados de “montadoras entrantes”.
Mas não confunda: marca e montadora são coisas absolutamente diferentes. Marca é o produto e montadora é o nome da empresa que produz tal produto. Por exemplo, os carros da marca Chevrolet são produzidos pela montadora General Motors.
Em alguns casos, a montadora tem o mesmo nome que sua a marca de veículos, como a montadora Volkswagen, cuja marca dos veículos também chama-se Volkswagen.
E mais, uma montadora pode ser dona de mais de uma marca de veículos. Podemos citar a montadora Fiat, que é proprietária das marcas Fiat, Alfa Romeo e Ferrari. Portanto, o número de marcas de veículos é sempre maior do que o número de montadoras.
Principais marcas no Brasil - Chevrolet, Citröen, Fiat, Ford, Honda, Mitsubishi, Peugeot, Renault, Toyota, Volkswagen, Alfa Romeo, Audi, BMW, Chrysler, Ferrari, Hundai, Jeep, Kia, Land Rover, Lexus, Mercedes-Benz e Nissan. |