![]() Foto: Raveendran/AFP/Getty Images Dois pedestres brigando com um motorista e seu passageiro depois de uma quase colisão em Nova Delhi, na Índia |
Então, o que você pensa quando ouve a expressão "ira de trânsito"? É um daqueles clichês que todos já ouviram e, ainda assim, não há uma definição popular que todos possamos usar. Com freqüência, as pessoas utilizam expressões como "ira de trânsito" e "direção agressiva" alternadamente.
Mesmo pessoas calmas e cordiais se tornam feras quando estão ao volante. As explicações mais comuns dizem respeito à irritação causada por congestionamentos, à pressa e ao stress da vida moderna. ![]() |
Na maioria das jurisdições americanas, a ira de trânsito não é considerada um crime específico. Muitas manobras de direção agressiva se enquadram na categoria de infrações de trânsito, mas somente algumas regiões tentam definir a direção agressiva ou a ira de trânsito como uma atividade ilegal. Um dos motivos que faz com que a maior parte dos estados americanos não classifique a ira de trânsito como um crime é que os legisladores, com freqüência, encontram dificuldades em quantificar os comportamentos desse tipo. Por exemplo, uma lei pode definir que é ilegal seguir um carro muito de perto. Mas o que é "muito de perto" e quem determina isso? Sem fornecer parâmetros específicos, a lei é completamente subjetiva.
Neste artigo, veremos a ira de trânsito em seu aspecto mais amplo, desde a direção agressiva até os confrontos violentos entre motoristas. Examinaremos a psicologia (em inglês) que existe por trás da ira de trânsito, os comportamentos comuns associados a ela, os meios de evitar o confronto com motoristas furiosos e como determinar e aliviar nossa própria ira ao dirigir. Também veremos algumas estatísticas sobre o fenômeno e as cidades que possuem os motoristas mais agressivos.
Na próxima seção, aprenderemos a respeito da psicologia que está por trás da ira de trânsito e como alguém bem ajustado pode se tornar um vigilante das estradas.