Carros híbridos a gasolina/elétricos tornaram-se comuns, com muitos fabricantes de automóveis oferecendo versões ou modelos híbridos dos seus modelos, com sistemas de direção híbridos. Híbridos a gasolina/elétricos utilizam tanto motores a gasolina como motores elétricos que funcionam com baterias de íon-lítio que movimentam o carro. As baterias são carregadas por um processo chamado de frenagem regenerativa. Quando um carro freia, dois blocos comprimem a roda, o que causa fricção, reduzindo a velocidade das rodas e parando o carro. Mas essa fricção também é energia, energia esta que é perdida quando um carro convencional freia.

Quando um automóvel híbrido a gasolina/elétrico freia, a fricção é captada e utilizada para carregar a bateria. A bateria então alimenta o motor elétrico. Mas o motor elétrico, na maioria dos carros, não tem muita potência e movimenta o carro apenas em velocidades baixas. Na maioria dos modelos híbridos, quando o carro atinge de 32 a 48km/h, o motor a gasolina começa a operar e o carro funciona como qualquer outro carro.
Usar um motor elétrico em velocidades baixas significa que os automóveis híbridos a gasolina/elétricos diminuem a quantidade de combustível que usam e as emissões que lançam no ar. No entanto, eles não são a única solução híbrida para os problemas de energia do mundo, os híbridos hidráulicos também podem ajudar.
Os híbridos hidráulicos utilizam três componentes principais para fazer um veículo funcionar em velocidades baixas e para melhorar o motor a gasolina. O fluido é armazenado em um reservatório de baixa pressão. Uma bomba movimenta o fluido do reservatório a um acumulador de alta pressão. O acumulador mantém não só o fluido trazido pela bomba, mas também gás nitrogênio pressurizado.
Estes três componentes funcionam juntos, mas para começarem a funcionar, eles precisam de energia. Assim como nos híbridos a gasolina/elétricos, a energia é armazenada por meio da frenagem regenerativa. A energia cinética dos freios faz a bomba funcionar. Conforme a velocidade do veículo diminui, a bomba é ativada e movimenta o fluido do reservatório para o acumulador. Conforme a pressão no acumulador aumenta, ela age como uma bateria completamente carregada em um híbrido a gasolina/elétrico, pronta para fazer o motor elétrico funcionar.
Mas é aí que os híbridos hidráulicos se diferenciam ainda mais dos híbridos a gasolina/elétricos: em vez de mandar energia ao motor elétrico, que então a manda para o eixo motor (a parte do carro que faz as rodas funcionarem), o acumulador manda a energia (na forma de gás nitrogênio) diretamente para o eixo motor. Quando isso acontece, o veículo acelera e a bomba movimenta o fluido de volta para o reservatório, pronto para carregar o acumulador novamente.
O processo é bastante simples e eficiente. Você sabe o que acontece quando você balança uma garrafa de refrigerante: a pressão aumenta até que a energia é liberada. A mesma coisa acontece com os híbridos hidráulicos, com a exceção de que em vez de liberar energia espirrando refrigerante por todo lados, eles canalizam a energia para o sistema de direção (as partes que ligam a transmissão aos eixos das rodas), fazendo o carro funcionar. Direcionar para um motor elétrico também ajuda a deixá-lo eficiente.
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Muitas comunidades também se entusiasmaram quando adotaram os híbridos, liberando os corredores para carros com vários passageiros (transporte solidário) e também para híbridos apenas com o motorista. Quando os híbridos passam em alta velocidade por esses corredores, eles não estão usando os motores elétricos e estão emitindo a mesma quantidade de poluição que um carro comum. Você até poderia argumentar que a poluição é maior já que os carros normais nesses corredores estão evitando que outros carros estejam nas ruas, enquanto que os motoristas dos híbridos podem usar a faixa só para eles. |
Existem configurações diferentes para os híbridos hidráulicos? Leia a seguir para descobrir.