O motor do LRX é uma das principais características que o distingue de modelos anteriores. Um trem de força híbrido com motor a diesel de 2 litros garante um consumo nominal de cerca de 21 km/litro, um valor excelente para qualquer tipo de utilitário-esporte. Esse desempenho foi obtido simplesmente mudando-se a potência transferida de uma parte do motor para outra: quando o LRX trafega a menos de 32 km/h o carro funciona somente a eletricidade e, acima desta velocidade, é necessário o uso do motor a diesel.

Com isso, sabe-se que o LRX não é exatamente um veículo para off-road (veículos pelos quais a Land Rover é conhecida). A velocidade de 32 km/h com motor elétrico é mais adequada para o pára-e-anda do trânsito urbano, não para algum tipo de excursões aventureiras pelos campos. Mesmo seu desenho sugere um veículo mais esportivo do que os modelos anteriores. O LRX é 14,7 cm mais curto e 20,2 cm mais baixo que o Freelander 2, que é o menor modelo em produção atualmente na Land Rover. As janelas e o teto também são construídos com policarbonatos de baixo peso, que são 40% mais leves do que o vidro, e as formas mais aerodinâmicas do veículo ajudam a reduzir o arrasto. Somando-se tudo, obtêm-se um menor consumo de combustível e emissão de CO2 de cerca de 120g/km, números expressivos para um utilitário esporte.
Na Grã Bretanha, o Mandado Real não tem nada a ver com o sistema legal ou com prisão de reis ou rainhas. Na verdade, essa é uma marca de reconhecimento
para indivíduos ou companhias que prestam bons serviços para a Família
Real por, no mínimo, cinco anos. Qualquer instituição que ostente Mandado ganha
o direito de anunciar o fato de que recebe o selo Real de aprovação e, portanto,
os produtos com tal distinção normalmente são reconhecidos como sendo de alta qualidade.
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