Perda de peso

Corte no preço
Usar alumínio ao invés de fibra de carbono no chassi é um dos fatores que tornam o Elise (US$ 40 mil) muito mais barato do que outros super carros, como a Enzo Ferrari (US$ 650mil) e o Porsche Carrera GT (US$ 450 mil).
O Elise é um carro leve em virtude de uma série de fatores. O chassi, por exemplo, é de alumínio. Feito de chapas de alumínio ligadas em formato de banheira, o chassi do Elise pesa somente 68 kg. O peso do Elise é reduzido ainda mais pelo uso de fibra leve de carbono em partes do chassi.

   
  

Foto: Cortesia do Grupo Lotus PLC
O chassi de alumínio do Elise

Além disso, o Elise é um carro muito pequeno - um roadster com apenas dois assentos e um pequeno espaço para bagagem. A curta distância entre eixos (230 cm) também mantém o perfil do carro mais limpo e compacto, e o Elise básico tem capota de pano.

Por fim, a Lotus mantém o peso do Elise mais baixo ao cortar muitos dos itens de conforto considerados obrigatórios em um carro caro. Vamos discutir o interior do Elise mais adiante, mas por hora basta dizer que o interior deste carro é bem simples. Muito da estrutura de alumínio é deixada à mostra e os painéis interiores têm buracos grandes para cortar ainda mais o peso.

Na próxima seção, veremos a habilidade do Elise para fazer curvas e parar.

Arquitetura Versátil de Veículo (VVA)
Com o novo Elise, a Lotus foi pioneira na nova maneira de projetar carros. O chassi de alumínio do Elise é a primeira parte do formato VVA da Lotus (Road and Track, maio de 2004). O mesmo chassi básico foi usado no Lotus Esprit, maior e mais caro, de quatro assentos e na faixa de US$ 125 mil. O Esprit tem mais espaço, é mais pesado e tem muito mais potência. A Lotus também está desenvolvendo um carro "intermediário" com 2+2 assentos (dois assentos dianteiros padrão mais dois assentos pequenos na parte de trás) e motor localizado na parte da frente do veículo.