Como funcionam os motores de injeção direta

Autor: 
Akweli Parker

Que tipo de motor propelirá seu próximo carro ou picape? Se você está contemplando a ideia de comprar um diesel por sua economia de combustível (o Volkswagen Jetta TDI faz mais de 21 km por litro), bem, talvez não seja necessário desistir ainda do confiável e conhecido motor a gasolina.

Em um motor a gasolina dotado de injeção convencional de combustível, a gasolina toma um caminho menos direto do que nos motores de injeção direta. Essa abordagem indireta causa toda espécie de ineficiência na queima de combustível e pode resultar no desperdício de muita energia utilizável.

Motor de injeção direta
© 2009 General Motors
A maioria dos fabricantes de automóveis produz ou planeja em breve
produzir carros a gasolina com motores de injeção direta, como o
Ecotec, da GM

Em um motor de injeção direta, porém, o combustível pula o período de espera que teria de sofrer em um motor convencional, e em lugar disso vai diretamente à câmara de combustão. Isso permite que ele seja queimado de maneira mais regular e completa. Para o motorista, o fato pode significar menor consumo e maior potência nas rodas.

No passado, a injeção direta envolvia obstáculos técnicos demais para que seu uso valesse a pena em automóveis a gasolina produzidos para o mercado de massa. Mas com os avanços da tecnologia e a pressão reforçada pela produção de carros capazes de operar com menos poluição e consumo mais baixo, ao que parece a injeção direta de gasolina – ou GDI (sigla de Gasoline Direct Injection), como é conhecida no jargão do setor no mundo todo, inclusive no Brasil- chegou para ficar. De fato, a maioria dos fabricantes de automóveis produz ou pretende introduzir em breve carros a gasolina que aproveitam esse sistema capaz de propiciar economia de combustível e melhora de desempenho.

Continue lendo para saber tudo sobre a injeção direta.