Como funcionam os indicadores de direção

Autor: 
Karim Nice
sinalizadores de direção

É comum nas pequenas cidades os motoristas não acionarem a seta quando vão fazer uma conversão. Nestas regiões, a alavanca da seta é o dispositivo menos utilizado do carro. No entanto, sinalizar a mudança de direção é uma das mais importantes atitudes que pode ser tomada por um motorista, pois avisa aos demais sobre sua intenção de mudar de curso e diminui o risco de ocorrências desagradáveis ou perigosas. Um carro pode deixar de ser visto no ponto cego do motorista, mas uma lanterna piscando pode ser visível por outro motorista antes que o primeiro se desloque para a faixa dele. Não dar sinal pode ser a causa de vários acidentes e provavelmente é uma fonte segura de "ira da estrada".

De qualquer maneira, sinalizar mudança de direção, transposição de faixas e parada para encostar, é obrigatório pelo código de trânsito de praticamente todos os países, inclusive o do Brasil (Código de Trânsito Brasileiro, Art. 35).


Todo mundo já usou esta pequena alavanca milhares de vezes (ou pelo menos deveria ter usado). Mas o que a faz acionar o pisca-pisca direcional?

Para a maioria dos motoristas parece bem simples: basta mover a alavanca para cima ou para baixo que as lanternas começarão a piscar. Mas, na verdade, há uma tecnologia sofisticada embutida. Neste artigo, vamos examinar um dispositivo chamado de relê térmico, responsável pelo pisca-pisca das lanternas dos carros. Veremos também como as lanternas param de piscar depois que a curva é feita.

Primeiramente, examinemos o esquema elétrico do pisca-pisca das lanternas.