por
Kevin Bonsor - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Potência e dirigibilidade
Não existe um capô no PM, para que você possa abrir e dar uma olhada no
motor. Por uma única razão: não há um motor como aquele utilizado nos automóveis. Um
motor elétrico de corrente contínua sem escovas, instalado na traseira, é que movimenta o PM. A Toyota não forneceu detalhes sobre a velocidade máxima do veículo ou a duração da
bateria. O PM não possui chave, e a partida do motor é feita por um botão parecido com o de um
PC.
 Foto cedida por Toyota Vista traseira do carro-conceito Toyota PM
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O arranjo da carroceria do PM não é estático. A distância entre eixos pode aumentar para permitir que a cabine se recline, dependendo do modo de operação do veículo. A cabine é isolada das rodas, o que permite que o PM varie sua postura de acordo com a velocidade, ou para facilitar a entrada/saída. Existem três modos de operação:
 Foto cedida por Toyota Vista lateral do carro-conceito Toyota PM
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- entrada/saída - em descanso, a cabine está ereta e seu comprimento é minimizado. Como as rodas são independentes umas das outras, o PM pode fazer curvas sem sair do lugar, esterçando as rodas esquerdas e direitas em direções opostas;
- cidade - a cabine se inclina para trás para enfrentar o trânsito, permitindo manobras em pequeno espaço;
- alta velocidade - em estradas desimpedidas, o entre-eixos se prolonga para permitir que a cabine se recline até sua postura mais baixa, aumentando a estabilidade em alta velocidade.
A navegação também é única no PM. Os projetistas da Toyota substituíram o
volante de direção por dois
joysticks que controlam a aceleração, desaceleração e direção. O PM é equipado com equipamentos computadorizados adicionais que permitem se comunicar com outros PMs. Na próxima seção, vamos conhecer esta tecnologia.
 Foto cedida por Toyota Vista do banco do motorista
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