Potência e dirigibilidade

Não existe um capô no PM, para que você possa abrir e dar uma olhada no motor. Por uma única razão: não há um motor como aquele utilizado nos automóveis. Um motor elétrico de corrente contínua sem escovas, instalado na traseira, é que movimenta o PM. A Toyota não forneceu detalhes sobre a velocidade máxima do veículo ou a duração da bateria. O PM não possui chave, e a partida do motor é feita por um botão parecido com o de um PC.


Foto cedida por Toyota
Vista traseira do carro-conceito Toyota PM

O arranjo da carroceria do PM não é estático. A distância entre eixos pode aumentar para permitir que a cabine se recline, dependendo do modo de operação do veículo. A cabine é isolada das rodas, o que permite que o PM varie sua postura de acordo com a velocidade, ou para facilitar a entrada/saída. Existem três modos de operação:


Foto cedida por Toyota
Vista lateral do carro-conceito Toyota PM

  • entrada/saída - em descanso, a cabine está ereta e seu comprimento é minimizado. Como as rodas são independentes umas das outras, o PM pode fazer curvas sem sair do lugar, esterçando as rodas esquerdas e direitas em direções opostas;
  • cidade - a cabine se inclina para trás para enfrentar o trânsito, permitindo manobras em pequeno espaço;
  • alta velocidade - em estradas desimpedidas, o entre-eixos se prolonga para permitir que a cabine se recline até sua postura mais baixa, aumentando a estabilidade em alta velocidade.
A navegação também é única no PM. Os projetistas da Toyota substituíram o volante de direção por dois joysticks que controlam a aceleração, desaceleração e direção. O PM é equipado com equipamentos computadorizados adicionais que permitem se comunicar com outros PMs. Na próxima seção, vamos conhecer esta tecnologia.


Foto cedida por Toyota
Vista do banco do motorista